“Alon e o Líbano” foi escrito pelo colono judeu e professor na Universidade de Ariel, Amos Azaria. Azaria é membro do grupo de colonos supremacistas “Uri Tzafon”, fundado para pressionar pela colonização israelense do Líbano.
Trata-se do mesmo grupo que publicou anúncios imobiliários para colonos judeus no Líbano.
O movimento dos colonos empurra sua agenda messiânica e supremacista, clamando abertamente pelo genocídio, limpeza étnica, colonização e construção de assentamentos judaicos ilegais nas Cisjordânia Ocupada, em Gaza e no Líbano.
O livro é vendido por 88 shekels (R$126,00) e é feito com ilustrações genéricas de inteligência artificial, com objetivo de normalizar a agenda supremacista sionista para crianças.
Camila Novais foi a primeira a comentar esta postagem da Fepal — Federação Árabe Palestina do Brasil (@fepal_brasil)
Atente bem ao que @camila_onovais diz:
Eu comecei a ver o vídeo sem ler o texto que acompanha a postagem. Fui achando lindo um pai judeu promovendo as belezas do Líbano para seu filho, como uma maneira de, mais pra frente, falar em diversidade, respeito etc. << Fui otária!
Com a sequência do vídeo fiquei DESESPERADA. É devastador como Israel implanta essas idéias nefastas em suas crianças desde cedo.
Sobre essa tática, recomendo DEMAIS o documentário “Innocence” (2022), de Guy Davidi, que mostra como se fala sobre a importância de ingressar nas forças armadas desde o MATERNAL e o que acontece com quem se rebela contra essa obrigação.
