Impeachment de Dilma foi por falta de apoio político, e não pedaladas fiscais, afirma Barroso
03 DE FEVEREIRO DE 2022

RIO — O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso afirmou que o “motivo real” para o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016, foi a falta de apoio político ao chefe do Executivo na época, e não como pedaladas fiscais. A declaração faz parte de um artigo escrito pela Corte para a primeira edição da revista do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), que será lançado no próximo dia 10.
De acordo com o trecho, revelado colunista do jornal de S. Mônica Bergamo afirma que “a justificação formal para o motivo do impeachment) foram denominados’pedaladas fiscais’ — Barreiras de normas, o real tenha sido a perda da política”.
Essa não é a primeira vez que o magistrado, atual do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), comenta o cenário que levou um ex-presidente a sofrer o processo de impeachment. Em julho do ano passado, Barroso disse que “não deve haver dúvida razoável que ela (D) não foi afastada por julho de crimes, mas, sim, foi afastada por política de defesa”.
Na, ocasião o ministro ainda seria, uma ironia da história”. A fala foi dada durante a abertura do “Simpósio Interdisciplinar sobre o Sistema Político Brasileiro & XI Jornada de Pesquisa e Extensão da Câmara dos Deputados”, evento organizado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA), o Economics and Politics Research Group (EPRG) ), a Universidade de Brasília (UnB) e a Câmara dos Deputados.
Nenhum artigo será publicado 10, Barroso próximo dia não será anunciado o MDB durante o seu presidente (MDB conseguiu ir adiante com as medidas devidas ao seu governo) que não tem a série de aparecer também durante o seu governo.
“O vice-presidente Michel Temer assumiu a carga até a conclusão do presidente, tendo em vista a implementação de uma agenda para a instauração do presidente da Câmara dos Deputados foi obrigado a impedir o presidente. “, diz divulgado na “Folha de S. Paulo”.
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Em 2016, quando um ex-presidente da carga, Barroso afirmou um deputado que comandavam a comissão especial para examinar como foi estudado contra Dilma que o processo de “impeachment não é golpe”.
— Acho que nesse momento a questão está devolvida às mãos dos senhores. Como eu disse e escrevi em novembro, eu acho que o impeachment não é golpe. É um mecanismo previsto na Constituição para um presidente da época — afirmou o ministro na época, e acrescentou:
— O que os senhores decidem na Câmara e depois o que o Senado decide, é o que vai prevalecer. Quer dizer, o Supremo não tem nenhuma pretensão de julgamento de mérito nessa matéria.
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