Banco estatal, que perdeu dinheiro com o Master, paga por nome no Mané Garrincha e patrocina eventos no estádio construído com dinheiro público, mas privatizado
Com um prejuízo bilionário por causa de supostas fraudes envolvendo o Banco Master, o Banco de Brasília (BRB) gasta milhões anualmente com patrocínios. Do total, R$ 2,5 milhões vão para o Estádio Nacional Mané Garrincha. O dinheiro está em contrato de naming rights, em que uma empresa ganha o direito de dar nome a determinado espaço. No caso, a praça de esportes virou Arena BRB.
Com isso, o estádio construído com dinheiro dos cofres do governo do Distrito Federal, o mais caro e superfaturado da Copa de 2014, continuou recebendo dinheiro público, mesmo administrado por empresa privada. O Mané Garrincha custou cerca de R$ 2 bilhões, quase o triplo do inicialmente anunciado, sem financiamento do BNDES, diferentemente das outras arenas que receberam o mundial de futebol no Brasil.
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A prática de naming rights também é usada em outras cidades do Brasil. Mas nenhum outro estádio do país leva o nome de empresa pública. O estádio do Atlético-MG, por exemplo, é Arena MRV (uma construtora). O do Corinthians, o Itaquerão, construído para a Copa de 2014, virou Neo Química Arena (indústria farmacêutica). O do Palmeiras é o Allianz Parque (seguradora alemã).
O Mané foi entregue à uma empresa em 2020. Ela vai administrá-lo até 2055. Hoje ele é um sucesso de público, com megaeventos, mas há denúncias de descumprimento contratual. Obras complementares, como o de um boulevard, não saíram do papel. Permitiram lojas estranhas ao conceito original. E um aditivo adiou o início do pagamento da outorga, ampliando a carência enquanto a arena já gerava receitas com eventos.
Já o BRB, que além de pagar pelo nome na arena ainda patrocina os mais diversos eventos que lá ocorrem, contribuindo em várias frentes para o faturamento do empreendimento, enfrenta um prejuízo bilionário devido a operações com o Master, liquidadas em novembro. O BRB avalia a possibilidade de empréstimos e aportes de acionistas para cobrir o rombo, que pode chegar a R$ 5 bilhões.
O governo do DF tem 71,92% do capital do BRB, que entregou na sexta-feira passada (6/2) ao Banco Central (BC) um plano com medidas para recompor o balanço e reforçar sua liquidez num prazo de 180 dias. O documento reúne ações que serão colocadas em prática caso fique comprovada a necessidade de aporte do governo do DF. Ou seja, dinheiro de áreas como saúde e educação podem ser usados para cobrir o rombo.
O prejuízo do BRB veio de negócios feitos por seus executivos com o Master. O banco estatal colocou R$ 16,7 bilhões na instituição financeira privada entre 2024 e 2025. Investigadores veem indícios de gestão fraudulenta nessas transferências. No ano passado, o BRB chegou a anunciar a compra de boa parte do Master. Negociação capitaneada pelo governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB).
Em março de 2025, o BRB anunciou a compra do Master. Mas, em setembro, o BC vetou. Técnicos apontaram riscos elevados e inconsistências nos ativos do Master. Ibaneis continuou a defender o negócio. Mas, sob suspeitas de fraudes financeiras e irregularidades em suas operações, o Master foi liquidado em novembro pelo BC. No mesmo dia, a Polícia Federal (PF) deflagrou uma operação.
A investigação levou à Operação Compliance Zero, com a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Master, e o afastamento do cargo do então presidente do BRB, Paulo Henrique Costa – demitido em definitivo em seguida. A PF apontou um esquema de fraudes que teria movimentado mais de R$ 12,2 bilhões em carteiras de crédito inexistentes. O BC identificou falhas na governança do BRB para detectar os créditos irregulares.
A liquidação do Master pelo BC afetou mais de 1,6 milhão de clientes do banco privado. Levou ao acionamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), que teve que lidar com a maior operação de ressarcimento de sua história, estimada em R$ 41 bilhões. O FGC protege até R$ 250 mil por investidor e oferece garantia em caso de falência de um banco associado.
Auditorias mostraram ilegalidades na construção do Mané Garrincha
O Mané Garrincha começou a sair do papel na administração de José Roberto Arruda (DEM), foi concluído na gestão de Agnelo Queiroz (PT) e privatizado no governo de Ibaneis Rocha. Arruda foi retirado do cargo em meio a várias denúncias de corrupção, que lhe renderam condenações. Agnelo terminou seu governo também sob investigação. Ibaneis passou o Mané à iniciativa privada e é citado no escândalo do Master.
Por anos, se falou que o Mané Garrincha teria custado entre R$ 1 bilhão e R$ 1,2 bilhão. Mas auditorias do Tribunal de Contas do DF revelaram que o preço final é R$ 1.978.265.062,10. Valor de 2017, quando o levantamento foi divulgado. Ele representa um aumento significativo em relação ao orçamento inicial de R$ 696.648.486,09. Os auditores apontaram várias irregularidades.
Um dos itens que provocaram danos aos cofres públicos foi uma escalada orçamentária sistêmica, com aditivos sucessivos e itens corrigidos muito acima do previsto, segundo o Ministério Público de Contas do DF. Também houve o fato de as contas terem sido feitas sem levar em consideração o regime especial de tributação para construção, ampliação ou modernização de estádios de futebol, o Recopa.
Já investigação do Ministério Público Federal, que rendeu denúncias à Justiça, ainda não julgadas, apontou que a Andrade Gutierrez e a Via Engenharia, responsáveis pela construção do novo Mané Garrincha, contratavam empresas que prestavam serviços superfaturados ou nem faziam nada. Quando recebiam o dinheiro público, elas repassavam às construtoras parte do valor em espécie. Outra era para agentes públicos.
O novo Mané Garrincha foi construído em cima do antigo estádio, inaugurado em 1974 e implodido em 2010. Mesmo com a sabida realidade deficitária do futebol local, que já não tinha clubes nas séries A e B do Brasileirão há anos, as autoridades brasilienses insistiram numa arena para 70 mil espectadores. Alegaram que com tal capacidade ela poderia abrigar a abertura da Copa, que ocorreu no Itaquerão, em São Paulo.
Empresa fatura alto, em meio a muitas controvérsias
Com o fim da Copa no Brasil, o Mané Garrincha virou um elefante branco. Os escassos jogos do campeonato local atraíam pouco público, enquanto as despesas para manutenção cresciam. O governo do DF tentou minimizar os prejuízos transferindo secretarias para a arena, o que só elevou despesas com água, eletricidade, segurança, entre outros. Em 2020, veio uma mudança.
O governo do DF concedeu o complexo esportivo à iniciativa privada por 35 anos. Além do moderno estádio, a empresa dona da concessão, a Arena BSB, ficou com todo o espaço ao redor, incluindo dois ginásios, dezenas de quadra e milhares de vagas para carros, além de imensa área livre. Tudo no centro da capital do país. Região nobre, de fácil acesso e com grande fluxo de veículos ao redor.
Apenas o Complexo Aquático Cláudio Coutinho continuou sob a gestão da Secretaria de Esportes para a continuação das aulas ofertadas para a comunidade em geral. Já o ginásio Claudio Coutinho foi demolido em 2019 para dar lugar a bares e restaurantes. O ginásio abrigava uma piscina pública coberta que, anos depois, foi transformada em quadra poliesportiva, também pública.
Já o Nilson Nelson, o maior ginásio de Brasília, foi mantido de pé, sob promessa de modernização. Mas, nesses sete anos de privatização, as anunciadas grandes melhorias nunca vieram, enquanto a administradora passou a faturar com aluguéis para todo tipo de evento. A mesma empresa anunciou que todos os estacionamentos do Mané Garrincha seriam substituídos por garagem subterrânea e não haveria acesso para veículos na de pedestres. Nada mudou. Pedestres e carros se misturam.
Até a terceirização, as quadras abertas em volta do estádio eram usadas pela comunidade. Afinal, estavam em área pública. Mas elas foram abandonadas e até destruídas na gestão privada. Além de transformar o Mané numa arena multiuso destinada a shows e outros eventos, a empresa ocupou o entorno do estádio com espaços para prática esportiva de forma paga, como quadras de tênis a um kartódromo.
Havia quadras de tênis públicas em volta do Mané Garrincha. Com a privatização, restou aos moradores de Brasília a opção de pagar para usar as novas quadras, sob gestão de empresa que paga aluguel pelo espaço à administradora da arena. As mesmas quadras recebem competições de tênis patrocinadas pelo BRB. O que se repete nos estacionamentos, onde são montadas arenas para competições temporárias, como de beach tênis e até de montarias e motocross.
Até o Careca do INSS tinha camarote na Arena BRB
O entorno do estádio também ganhou um complexo gastronômico, com restaurantes pagando caros aluguéis. Ainda, a empresa administradora do Mané passou a alugar os camarotes do estádio para todo tipo de atividade, incluindo escritórios de advocacia e contabilidade. A arena esportiva que havia sido transformada pelo governo do DF em um centro administrativo passou a ser usada como centro comercial.
Até um atacadão começou a ser erguido em parte do estacionamento, o que vai contra o projeto da cidade, afrontando o tombamento da Unesco – Brasília é a única cidade moderna considerada patrimônio da humanidade, justamente por causa do seu projeto urbanístico. O estádio fica ao lado do Palácio do Buriti, sede do governo do DF. Apesar da grandiosidade da obra, Ibaneis declarou ter sido pego de surpresa, em meio a críticas de defensores do tombamento da cidade.
Pressionada, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação alegou que os alvarás emitidos não permitem “qualquer possibilidade do desenvolvimento de atividades de comércio atacadista, seja qual for a modalidade”. Apenas em fevereiro de 2025 o governo Ibaneis tomou uma decisão definitiva sobre a obra grandiosa na área do Mané Garrincha. Um grupo de trabalho concluiu que a empresa administradora da arena tem o direito de explorar comercialmente o espaço, mas a construção iniciada não poderá ser destinada a um atacadão.
A obra só poderá ser usada para atividades de lazer, esporte e cultura ou complementares, como bares e restaurantes. O mesmo grupo de trabalho determinou que a pista de kart não pode ser fixa e deve operar apenas em períodos determinados, como o de férias escolares. Também ficou definido que camarotes do estádio não podem ser usados para atividades não relacionadas ao escopo do local, como clínicas de estética. Escritórios de advocacia podem alugar os camarotes apenas para eventos, e não como suas sedes administrativas.
Um que alugava camarote no Mané Garrincha era o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, considerado um dos principais operadores do esquema de descontos ilegais da Previdência. em maio de 2025, um oficial de Justiça foi ao complexo Penitenciário da Papuda, onde ele estava preso, para notificar a cobrança do aluguel do espaço na Arena BRB. A dívida era de R$ 60 mil. O contrato iria até fevereiro de 2027 e foi rescindido após a prisão dele.
Entre outros, o Careca do INSS bancou camarotes no show do Red Hot Chilli Peppers, na Arena BRB, para autoridades do INSS e do Ministério da Previdência Social. Entre os participantes, estava o secretário-executivo da pasta, Adroaldo Portal (PDT) – que, oito meses antes do evento, abriu a porta de seu gabinete no ministério para o lobista. O show ocorreu em 7 de novembro de 2023. A presença de autoridades do INSS e do Ministério da Previdência no espaço foi revelada pelo “Metrópoles” e confirmada por Adroaldo Portal. Ele admitiu a companhia do Careca do INSS no camarote, mas alegou desconhecer, porém, que ele bancou os ingressos.
Empresa não fez todas as obras estruturais no entorno da arena
O contrato de terceirização do Mané Garrincha prevê outorga anual de R$ 5,05 milhões (após carência), participação pública de 5% no faturamento líquido e economia estimada com a eliminação da manutenção direta pelo governo. Em contrapartida, a administradora deveria fazer um grande investimento no chamado Boulevard Monumental, em um plano total perto de R$ 1 bilhão ao longo do período.
O boulevard anunciado pela gestora do Mané Garrincha Nelson teria cinema, teatro, casa noturna, restaurantes, academia, lojas, clínicas e escritórios, além de quadras esportivas. Mas, passados sete anos da privatização, o espaço está bem aquém do divulgado. Ele tem apenas bares e restaurantes, em projeto muito mais acanhado em relação ao propagado por meio de imagens que mostrariam como ficaria.
Além de não construir as prometidas vagas cobertas para veículos, que impediram a mistura dos trânsito de carros e pedestres, a administradora também não fez as intervenções desenhadas para a arena bilionária. Terra e lama, a depender das condições climáticas, fazem parte dos trajetos do públicos no entorno do estádio, onde não há árvores ou qualquer outra proteção contra o sol.
Críticos da terceirização dizem que, na prática, o patrimônio é público, mas o lucro fica com o privado, com o Estado ainda colocando dinheiro por meio do BRB. Para colocar seu nome no estádio erguido com dinheiro público, o banco estatal paga, a cada ano, metade do que o GDF teria direito a receber pela outorga de 35 anos concedida ao consórcio Arena BSB, administrador privado.
Já como arena de futebol, o Mané segue destoando da realidade local. enquanto o BRB banca todos os torneios de futebol profissional do DF, dando dinheiro para a federação local e todos os clubes, o estádio financiado por ele só enche com jogos de times vindos de outras cidades, geralmente com patrocínio do banco. Como na final da Supercopa do Brasil entre Corinthians x Flamengo, em 1º de fevereiro, quando recebeu 71.244 torcedores, seu novo recorde de público, com renda de R$ 12,7 milhões.
Enquanto isso, 13 anos desde a reinauguração do Mané Garrincha, os acusados de terem superfaturado a construção ainda não foram julgados. A lista inclui os ex-governadores Agnelo e Arruda e o ex-vice de Agnelo, Tadeu Filippelli, cacique do MDB no DF, que foi um dos principais assessores de Michel Temer (MDB) na Presidência da República. Filippelli perdeu o cargo no Planalto após ser preso pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Panatenaico, que investigou o superfaturamento do Mané.
A equipe de O TEMPO em Brasília enviou à assessoria de comunicação do BRB questionamentos sobre o patrocínio do Mané Garrincha e dos eventos realizados na arena, além dos camarotes. Perguntas foram enviadas na terça-feira (11/2) por meio de mensagem de texto e e-mail, mas, até a publicação desta reportagem, não havia resposta. O espaço segue aberto para manifestação.
BRB aumentou em 14 vezes o gasto com patrocínios no governo Ibaneis
Na gestão de Ibaneis Rocha, o BRB aumentou em 14 vezes o gasto com eventos e outros apoios comerciais. Em 2025, reservou R$ 125,8 milhões de gastos para esta finalidade. Uma década atrás, quando o banco gastava anualmente R$ 1 milhão com patrocínios. A guinada aconteceu a partir de 2019. No primeiro ano do governo Ibaneis, a despesa foi de R$ 7,2 milhões, depois a escalada acelerou. Os dados foram divulgados esta semana pelo jornal “O Estado de S. Paulo”.
Grande parte do dinheiro gasto pelo BRB em patrocínio vai para o Flamengo, time de coração de Ibaneis. Em 2020, o banco brasiliense fechou um contrato com o time carioca, a quem passou a dar R$ 32 milhões anuais. O caso foi parar no Tribunal de Contas do DF a pedido do Ministério Público, que questionou a regularidade do negócio. Um ano depois, Ibaneis adquiriu franquia de revenda de produtos do Flamengo.
Em 2021, Ibaneis comprou uma franquia da loja de produtos do time, a Nação Rubro-Negra, com três sócios, seus filhos, então com 2, 16 e 23 anos. A unidade fica no Brasília Shopping, perto do Estádio Nacional. O governador, inclusive, tentou trazer para Brasília o jogo do Flamengo contra o Palmeiras, pela final da Taça Libertadores da América de 2025, em meio à onda de violência no país vizinho.
Em 2019, Ibaneis comandou a delegação do Flamengo em Guayaquil, no Equador, em partida contra o Emelec pela Libertadores. À época, ele embarcou na aeronave rubro-negra, com os dirigentes e atletas do clube. Na condição de chefe da delegação do time carioca na cidade equatoriana, o governador entrou no gramado à frente da equipe, vestindo o uniforme rubro-negro. Uma semana depois, o BRB, firmou um patrocínio de R$ 2,5 milhões com o time de basquete do Flamengo.
No mesmo dia, o banco fechou um contrato de R$ 1,5 milhão com o Brasília, a equipe de basquete da capital federal, sede da instituição bancária e então único representante da cidade no NBB, o campeonato nacional da modalidade, também disputado pelo Flamengo.
Já em 2021, Ibaneis foi a Montevidéu, no Uruguai acompanhar a decisão contra o Palmeiras e ficou hospedado no hotel do time carioca. Dessa vez ele viajou em seu avião particular. A aeronave partiu de Brasília, passou no Rio de Janeiro e deu carona a dirigentes do Flamengo.
O contrato do BRB com o time do Rio segue ativo e o banco tenta renová-lo. Assim como tantos outros patrocínios milionários do banco estatal. Mas, com a Operação Compliance Zero, a nova diretoria do BRB prometeu rever os gastos com publicidade.
Como se sabe, o banco patrocina todo tipo de instituição e eventos, inclusive fora do DF, como no caso do Flamengo e até do Brasil. Um dos que chamam a atenção é o dinheiro dado à equipe sul-americana Mubadala Brazil SailGP Team, de barco à vela. São R$ 26 milhões para as temporadas 2025 a 2027, na liga SailGP, que tem etapas em vários países do mundo, como Nova Zelândia, Austrália, Brasil (Rio de Janeiro), Espanha e Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.
O automobilismo também consome muito dinheiro do BRB. No início de novembro de 2025, Ibaneis comandou uma festa para marcar a reabertura do Autódromo Internacional de Brasília, que estava fechado havia 12 anos. O espaço foi reformado com dinheiro do BRB, por R$ 60 milhões. A instituição administra o autódromo desde 2023 e pretende colocar mais de R$ 40 milhões na praça de esportes em 2026.
Além de administrar e reformar o autódromo de Brasília, o banco estatal patrocina até a equipe Alpine, na Fórmula 1, que recebeu R$ 1.657.433,33, conforme o Diário Oficial do DF (DODF) em 2024. Ainda de acordo com o balanço, o BRB destinou R$ 28.274.196,38 em patrocínios só em 2024, sendo R$ 16.647.024,18 a eventos e equipes esportivas, além de atletas.
Entre outros, o banco patrocina os pilotos Felipe Nasr (Mundial de Endurance e SportsCar Championship); Enzo Elias e Lucas Foresti (Stock Car), Pedro Clerot (Freca) e Pedro Cardoso (TCR). Na gestão de Paulo Henrique Costa, que estava à frente do banco desde o inícuo do primeiro mandato de Ibaneis, em 2019, o BRB patrocinou ainda o Brasília Vôlei (Superliga Feminina) e o time masculino de basquete do Flamengo.
Ainda em 2019, o BRB estampou a camisa da seleção brasileira de basquete que, naquele ano, disputou a Copa do Mundo da modalidade, na China. O patrocínio só não foi mantido porque a Confederação Brasileira de Basquete (CBB) estava impedida de receber verbas públicas.
O BRB também repassou dinheiro a associações esportivas, como a Confederação Brasileira de Tênis. Com isso, a marca do banco ficou exposta em arenas Brasil afora, assim como ocorreu com torneios de beach tênis.
Fonte: O Tempo
