Fátima da Silva é professora, pedagoga e dirigente sindical com trajetória consolidada na defesa da educação pública e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da educação. Iniciou sua carreira no magistério em 1985, no estado do Mato Grosso do Sul, atuando na educação básica e construindo sua militância a partir do chão da escola pública.
Foi presidenta da FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), onde fortaleceu a organização sindical no estado e ampliou a luta pela valorização profissional e pela qualidade da escola pública.
Em janeiro de 2026, foi eleita presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para a gestão 2026–2030, tornando-se a segunda mulher a presidir a maior confederação de trabalhadores e trabalhadoras da educação da América Latina.
No cenário internacional, exerceu o cargo de vice-presidenta da Education International (Internacional da Educação – IE) e também da Internacional da Educação para a América Latina (IEAL), fortalecendo a articulação global em defesa da valorização docente, da igualdade de gênero, dos direitos humanos e de uma educação pública de qualidade.
Fátima da Silva é professora, pedagoga e dirigente sindical com trajetória consolidada na defesa da educação pública e dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras da educação. Iniciou sua carreira no magistério em 1985, no estado do Mato Grosso do Sul, atuando na educação básica e construindo sua militância a partir do chão da escola pública.
Foi presidenta da FETEMS (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), onde fortaleceu a organização sindical no estado e ampliou a luta pela valorização profissional e pela qualidade da escola pública.
Em janeiro de 2026, foi eleita presidenta da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para a gestão 2026–2030, tornando-se a segunda mulher a presidir a maior confederação de trabalhadores e trabalhadoras da educação da América Latina.
No cenário internacional, exerceu o cargo de vice-presidenta da Education International (Internacional da Educação – IE) e também da Internacional da Educação para a América Latina (IEAL), fortalecendo a articulação global em defesa da valorização docente, da igualdade de gênero, dos direitos humanos e de uma educação pública de qualidade.

