Um especialista em submarinos que trabalhou para a OceanGate – a empresa que opera o submersível que desapareceu no oceano no último domingo (18/6) e cujos destroços foram encontrados na manhã desta quinta-feira (22) pela Marinha dos EUA – alertou sobre possíveis problemas de segurança em 2018, de acordo com documentos judiciais dos EUA.
Após dias de buscas, destroços do veículo foram encontrados nesta quinta-feira. Segundo a Guarda Costeira dos Estados Unidos e a empresa dona do submarino, a OceanGate, todas as cinco pessoas que estavam a bordo morreram.
“Acreditamos que, infelizmente, perdemos nosso CEO Stockton Rush, Shahzada Dawood e seu filho Suleman Dawood, Hamish Harding e Paul-Henri Nargeole”, disse a companhia.
Já David Lochridge mudou-se da Escócia para o Estado americano de Washington para trabalhar para a OceanGate. Em entrevista à BBC, em 2017, ele estava entusiasmado com a missão.
Mas, menos de um ano depois, ele alertou seus chefes de que falhas no casco de fibra de carbono do Titan poderiam passar despercebidas sem testes mais rigorosos e recomendou que a empresa contratasse uma agência externa para certificar a embarcação.
