(Coordenadora do Departamento Aposentados e Seguridade Social do SINDBANCÁRIOS DE PORTO ALEGRE)
Segundo alguns apontamentos o Sindicato dos Bancários foi fundado em 18 de janeiro de 1933, fruto da luta e união de 185 bancários www.adb.inf.br. A organização, que inicialmente abrangia toda a base estadual, tem suas origens ligadas a eventos como a falência do Banco Pelotense e a Grande Depressão, e desde então, tem sido uma força na defesa dos direitos dos bancários.
Olívio Dutra foi presidente e um dos dirigentes sindicais de destaque, tendo sido prefeito e governador.
Tarso Genro foi assessor jurídico e também chegou a prefeito e governador.
DEPARTAMENTO DE APOSENTADOS E SEGURIDADE SOCIAL
Sob a batuta de uma mulher sindicalista e outras colegas vem mostrando que os aposentados precisam de um ESPAÇO para dizer de seu,
Estivemos com Natalina e nos entusiasmamos com sua dinamicidade e atuação junto aos aposentados.
Fizemos algumas perguntas?
P – Por que resolveste assumir este tema junto à tua categoria?
R – Identificamos que esta parcela da categoria cresce de forma vertiginosa, em breve teremos em nosso quadro associativo mais aposentados do que ativos. Nosso sindicato resolveu investir nesse segmento. A partir dai começamos a desenvolver diversos projetos e oficinas.
P – Quais as ações centrais que desenvolveste nesta meia dúzia de anos?
R – A partir dai criamos vários projetos, iniciamos o “Projeto Caminhando Por Aí” com encontros semanais na redenção. Criamos “Oficina de Inglês” com aulas semanais também. O “Clube Cultural do Vinho”, com palestras da história da imigração e do vinho, divulgando o produto interno. Criamos o “Projeto Tela Prateada” o aposentado assiste um filme em nosso cinema. Temos um “Grupo de Viagens” já realizamos cruzeiros, viagens internacionais e viagens nacionais.
Ao longo desse período tivemos várias oficinas itinerantes, primeiros socorros, inclusão e mídias sociais, fotografia, oficina de churrasco, chimarrão, elaboração de charque. Temos o “Aniversário Solidário Coletivo” esse projeto prevê a cada três meses uma confraternização, os presentes são produtos para doação aos necessitados.
P – Como vês a participação das pessoas depois de saírem da ativa? Foi difícil? Tem avançado?
R – Todo projeto passa pelo período de aprovação das pessoas, começa de forma singela e cresce gradativamente. A resistência de romper com o sofá é o grande desafio. Aos poucos tivemos a aprovação dos aposentados e hoje contamos com a participação expressiva.
P – Qual o suporte que o Sindibancários dá para a tua atividade?
R – Todos os projetos são aprovados pela nossa diretoria. Sem o Sindbancários não poderíamos viabilizar a maioria dos projetos.
P – Que pensas realizar no próximo período?
R – Temos previsão de continuar desenvolvendo oficinas de Italiano, Literária, Técnica vocal, Bateria e percussão formar um bloco de carnaval dos aposentados. Estamos sempre atentos aos anseios da categoria.
P – Tens ideia de como anda a cabeça do nosso aposentado? Depois das enchentes mudou alguma coisa?
R – Para tod@s atingidos direta ou indiretamente foi o momento muito traumático. A enchente foi um divisor de águas, momento de resignificar muitos conceitos. Vejo os aposentados mais solidários, participando/ convivendo mais das atividades dos grupos e de participação política. Lembrando Aristóteles
“A política é a ciência que tem por objetivo a felicidade humana e divide-se em ética (felicidade individual do homem), e na política propriamente dita (que se preocupa com a felicidade coletiva). A política situa-se no âmbito das ciências práticas, ou seja, as ciências que buscam conhecimento como meio para a ação.”
(*) Por Adeli Sell, professor, escritor e bacharel em Direito.
*As opiniões dos autores de artigos não refletem, necessariamente, o pensamento do Jornal Brasil Popular, sendo de total responsabilidade do próprio autor as informações, os juízos de valor e os conceitos descritos no texto.
