Adeli Sell – Foto: Fernando Dias/ Seapi
A produção de canola no Brasil cresce.
O Rio Grande do Sul se destaca como o principal estado produtor, sem desdenhar o potencial de outras regiões.
Houve um aumento significativo na área cultivada com canola no Rio Grande do Sul, com a expectativa de alcançar 134.975 hectares.
A canola pode ser uma cultura importante na segunda safra, com potencial para ocupar até 20% da área cultivada com soja, sem a necessidade de novas áreas de plantio.
A canola melhora a estrutura do solo, quebra ciclos de pragas e doenças, e fornece grãos com alto valor para a indústria de alimentos e biocombustíveis.
Projetos como o RedeCanola, uma parceria entre empresas e Embrapa, buscam desenvolver híbridos de canola adaptados ao clima brasileiro e tecnologias de manejo para aumentar a produtividade.
A Embrapa tem investido em pesquisas para desenvolver cultivares mais produtivas e adaptadas às condições brasileiras, com foco nas regiões Sul e Centro-Oeste.
E, ENTÃO, POR QUE NÃO SE FALA NELA?
A razão é muito simples. O Rio Grande do Sul, os produtores do “agro” são por demais conservadores.·.
O leitor observou que é a EMPRAPA que tem estimulado o seu plantio. Ela é uma “empresa” ligada ao governo federal.
Tudo o que for ligado ao governo federal na atualidade, é escondido aqui no Rio Grande do Sul.
Neste ano, segundo um programa nacional de TV, a canola cresce exponencialmente no Estado do Rio Grande do Sul.
E aí convido nosso leitor a consultor o seite do governo do Estado, da Emater, as notas são de 2024.
Logo, aqui, temos as razões: puro conservadorismo e atraso, como são várias coisas aqui no RS, coisas que não se reconhecem pela soberba do gaúcho, uma doença encarnada em sua alma.
ADELI SELL, de Porto Alegre/RS
